| |
|
Fernanda
Brandão
Modelo e crítica de moda
|
|
|
Com quase 30 capas de revistas, diversas campanhas publicitárias
(Philips D-Wide e cereal matinal Nesfit, as mais recentes), além
de ensaios para os mais visitados sites da Internet brasileira, a modelo
Fernanda Brandão já se prepara para o mercado internacional.
|
|
|
| Aos
20 anos, Fernanda planeja mudar-se nos próximos meses para
Nova York e fazer carreira no exterior. “Me considero realizada
com o que conquistei até agora, mas quero crescer muito ainda,
tenho outros sonhos. Já viajei bastante, mas nunca fiquei
uma grande temporada em um único lugar. Em 2003, volto para
Nova York e pretendo permanecer um tempo por lá.”
Fernanda tem consciência de que a carreira de modelo é
curta e já se prepara para o futuro. “Faço faculdade
de Jornalismo, porque pretendo trabalhar em telejornal. Quero ser
jornalista, apresentadora de talk-show ou de um programa de moda,
mas não agora. Não vou esperar encerrar minha carreira
de modelo pra só então pensar no que vou fazer depois.”
|
| Experiência
no Japão
Fernanda começou a trabalhar na área por iniciativa
própria, depois de fazer um curso de modelo em Piracicaba
(SP), sua cidade natal. “Depois do curso, participei de um
concurso da Elite e vim trabalhar na agência. Meus dois primeiros
trabalhos foram logo duas capas de revista: a Capricho, que era
um sonho já que eu só tinha 15 anos, e a segunda foi
a Forma Física.”
Logo em seguida apareceu o primeiro desafio: viajar sozinha para
trabalhar no Japão. “Hoje eu vejo como uma experiência
boa e que me fez crescer, mas quando estava lá chorava todos
os dias! Queria desesperadamente voltar e parece que, quanto mais
eu chorava, mais os clientes me selecionavam! Chegava nos castings
com a cara vermelha de tanto chorar, pegava os trabalhos do mesmo
jeito e a agência não me deixava voltar. Foram 70 longos
dias, contados no calendário, sozinha.”
A modelo conseguiu até aprender um pouco do idioma japonês
e problema mesmo era a comida. “Como sou alérgica a
peixe, voltei anêmica para o Brasil”, conta Fernanda
que, depois da passagem pelo Japão, conquistou a independência
necessária para enfrentar outras viagens internacionais.
“Na minha segunda viagem, fui para Milão. Me deram
um mapa da cidade e me passaram os castings do dia. Tive que me
virar. Aí, eu percebi que, apesar de ter sido sofrida, a
temporada no Japão me ajudou a crescer e a criar responsabilidade.”
|
|